PE das Lauráceas
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primeiros registros fotográficos

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Paulo Cunha Pereira
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Francisco Paludo
tecelão
Frederico Swarofsky
dituí
Frederico Swarofsky
gavião-bombachinha-grande
Paulo Cunha Pereira

primeiros registros sonoros

tesoura-cinzenta
Fabyano Costa
saracura-do-mato
Fabyano Costa
tachuri-campainha
Ricardo Todeschini
juriti-de-testa-branca
Ricardo Todeschini
chocão-carijó
Ricardo Todeschini
Áreas de Observação

Parque Estadual das Lauráceas

O nome adotado para o Parque Estadual das Lauráceas (PEL) foi motivado pela grande ocorrência de exemplares da família botânica “Lauraceae” (canelas em geral) na área onde se encontra a Unidade. Inserido em uma região caracteristicamente montanhosa e com vales profundos, o PEL abriga uma extensa rede de drenagem, protegida pela Floresta Atlântica, onde também estão presentes cavernas e formações calcárias associadas a uma significativa biodiversidade. Constituindo-se um dos últimos remanescentes de Floresta Atlântica na região, o PEL possui atributos naturais que o enquadram em uma região estratégica em relação ao Componente Corredor Central da Mata Atlântica, estabelecido para possibilitar a efetiva conservação da diversidade biológica no Brasil. O clima predomina subtropical úmido mesotérmico, com ocorrência de geadas severas e frequentes, sem estação seca definida; temperatura média anual entre 17°C e 18°C; pluviosidade entre 1400 a 1500 mm/ano; umidade relativa entre 80% e 85%. O Parque Estadual das Lauráceas está inserido na porção leste da Bacia Hidrográfica do Ribeira.

A Unidade de Conservação conta com diversos atrativos, como cachoeiras, montanhas e grutas, além de presenciar a biodiversidade do local.

Na fauna foram 291 espécies de aves (25% endêmicas), sendo 7,6% ameaçadas de extinção, como: jacutinga (Pipile jacutinga), gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), curió (Orizoborus angolensis), papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea) e gavião-pombo-grande (Leucopternis polionota). 76 espécies de mamíferos (grande número destas raras, endêmicas ou ameaçadas de extinção): onça-parda (Puma concolor) e felinos em geral; paca (Agouti paca), anta (Tapirus terrestris), veados (Mazama spp.), queixada (Tayassu pecari) e lontra (Lutra longicaudis). Já na flora da região foram identificadas 750 espécies, 39 ameaçadas, com destaque para o palmito-juçara (Euterpe edulis) e lauráceas: imbuia (Ocotea porosa) e canela-coqueiro (Ocotea catharinensis).

História

O Parque Estadual das Lauráceas (PEL) foi criado em 1979, com o objetivo de conservar importantes remanescentes de uma outrora vasta biodiversidade paranaense, e promover a visitação pública, pesquisa e educação ambiental. Lauráceas é atualmente o maior Parque estadual do Paraná, com aproximadamente 30.001 hectares sendo originalmente com uma área de apenas 9.700 hectares. O Parque passou por três decretos de ampliação. Em 1989, passou para 23.863 hectares (Decreto n° 5.894); em 1994, passou a ter 27.524 hectares (Decreto n° 4.362) e, por último, em 2009, o Parque passou pela sua última ampliação, que determinou a extensão atual de 30.001 hectares. Lauráceas é atualmente o maior Parque estadual do Paraná.

Infra-estrutura

Por não dispor ainda da infra-estrutura necessária, o Parque nunca foi aberto à visitação pública para fins educativos e recreacionais e sua utilização atual tem sido limitada à realização de visitas técnicas e algumas pesquisas científicas.

Últimos registros fotográficos

Últimos registros sonoros

Referências

https://www.iat.pr.gov.br/Pagina/Parque-Estadual-das-Lauraceas-PEL

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Estadual_das_Laur%C3%A1ceas